A exiguidade orçamental e falta de instalações próprias constitui alguns dos constrangimentos da ineficiência do Instituto do Patrocínio e Assistência Jurídica (IPAJ) em Tete.
O facto foi revelado, há dias na Cidade de Tete, pela delegada provincial da instituição, Leonor Loquiha, durante a celebração do 27.º aniversário do IPAJ.
Aquela responsável aproveitou a ocasião para apelar a vários organismos de tutela e da Secretaria do Estado para a disponibilização de meios financeiros para fazer face a situação.
“Por falta de instalações a instituição está funcionar em conservatórias e imóveis alugados, acarretando mais custos”, sustentou a dirigente.
Acrescentou que nos distritos de Marara e Doa, o IPAJ realiza a cobertura de modo ambulante, efectuando deslocações frequentes dos seus quadros, o que aumenta os custos financeiros, material, e desgaste físico dos técnicos devido as distâncias, sobretudo para o distrito de Doa.
Entretanto, durante o primeiro semestre do ano em curso o IPAJ atendeu e mediou 6827 casos.
O director do gabinete da Secretária do Estado na província de Tete, Paulo Cassicaie, reagiu, na ocasião, prometendo que este órgão governativo vai potenciar o orçamento para que a delegação provincial do IPAJ possa suprir os desafios ligados ao pessoal e infra-estruturas.
“Este cenário de exiguidade está ligada ao contexto de limitação orçamental pelo qual o nosso país está passar e por conta disso é preciso recorrer a uma justiça distributiva para que possa ser cabal para todos, mas considerando as especificidades do IPAJ iremos dar prioridade ao sector”, garantiu o director.






