ACIMA de 1300 pessoas residentes no meio urbano da província de Tete, foram notificadas, no primeiro semestre deste ano, como pacientes crónicos de hipertensão arterial, diabetes, traumas, asma, cancro da mama e próstata.
A ponto focal das doenças não transmissíveis em Tete, Rosa Mozinho Tembe, disse que boa parte das pessoas portadoras de diabete, por exemplo, chegam ao hospital quando já não há muito a fazer senão amputar um dos membros do seu corpo.
“A adesão tardia dos doentes crónicos às unidades sanitárias preocupa o sector da saúde por isso que ainda temos trabalhado para a sensibilização das pessoas às unidades sanitárias para o seu diagnóstico atempado”, disse a nossa fonte.
Estas doenças uma vez contraídas, o paciente tem de conviver com elas para toda vida, observando um tratamento gradual para o controlo da sua evolução e devido tratamento.
“Os pacientes precisam de tomar a peito as medidas de prevenção e cultivar o hábito de frequência regular à unidade sanitária para consulta do seu estado de saúde para o eficiente controlo médico”, exortou Rosa Tembe.
Entretanto, desde finais do ano passado a esta parte a província regista uma ligeira redução de casos notificados considerando que em igual período de 2020 foram alistados 2380 doentes crónicos.
Aquela profissional da área da saúde fez saber, ainda, que a redução de casos é influenciada, em parte, pelo trabalho que tem sido feito, tais como feiras de sensibilização das populações, promoção de debates radiofónicos, encontros com actores comunitários para divulgação de mensagens de prevenção, e apoio técnico aos distritos.
Acrescentou que como consequência de acidentes de viação a província tem um registo alto de pessoas com trauma.






